domingo, 4 de agosto de 2019

Lei e Graça: Estamos Debaixo da Lei ou Debaixo da Graça?


Muitos cristãos tem dificuldade em entender a relação entre lei e graça. Alguns pensam que a graça anulou a lei. Outros pensam que a graça e a lei são completamente opostas. A maioria dessas dúvidas tem origem na interpretação equivocada de alguns textos bíblicos.

Romanos 6:14 é um dos principais textos bíblicos quando se fala na relação entre lei e graça. Paulo escreve que o cristão não está mais debaixo da lei, mas debaixo da graça. Tomada de forma isolada, fora de contexto, essa afirmação pode levar a falsos ensinos.

Lei e graça: a graça anula a lei?

A Bíblia definitivamente não diz que a graça anula a lei. Na verdade ela mostra que Cristo veio cumprir a lei e não revogá-la. Mas como entender as passagens bíblicas que dizem que não estamos debaixo da lei? Em primeiro lugar, é preciso entender que a lei de Deus é a expressão de sua vontade. Ela reflete o caráter de Deus.

A lei de Deus instrui o homem sobre aquilo que ele deve e não deve fazer. Assim, a lei indica como alguém pode ter uma vida de acordo com o padrão moral aceito por Deus. Essa lei está revelada e registrada de forma especial nas Escrituras.

Deus revelou sua vontade ao homem de forma progressiva ao longo da história da salvação. Isso indica que a lei possui diferentes aspectos, de acordo com as circunstâncias em que foi dada. Normalmente a teologia reformada divide a lei em três partes: lei moral, lei judicial e lei cerimonial. Não pense nessas partes como leis independentes, mas como categorias de uma mesma lei.

A lei moral serviu de alicerce para a lei judicial e a lei cerimonial. A lei judicial regulamentava as regras sociais e criminais dos israelitas. A lei cerimonial basicamente falava sobre os rituais religiosos da época do Antigo Testamento.

A lei judicial e a lei cerimonial eram temporárias. Elas tinham um significado simbólico que apontava para Cristo. Portanto, elas serviram às situações históricas específicas e não são mais aplicadas. Porém, a lei moral permanece válida e aplicável. Se a lei moral é uma expressão do caráter de Deus, jamais a graça poderia anulá-la.

A graça salva, a lei condena

Vimos que os aspectos judicial e cerimonial não são mais aplicados. Pela graça de Deus, hoje o Evangelho é pregado a todo o mundo, sem distinção. A salvação pela graça não está restrita a uma única nação.

Como todos os rituais e símbolos religiosos apontavam para Cristo, eles foram cumpridos na pessoa do Filho de Deus. Hoje não precisamos mais oferecer sacrifícios para o perdão de pecados, pois Cristo ofereceu-se a si mesmo como sacrifício perfeito na cruz. A obra de Cristo é suficiente de uma vez por todas para nos justificar diante de Deus.

Além disso, não necessitamos mais de intermediários como os sacerdotes para ter comunhão com Deus. Cristo é nosso único mediador, e por intermédio de sua obra todos os redimidos foram feitos reis e sacerdotes (1 Pedro 2:9). Pela ação do Espírito Santo, hoje temos acesso direto ao trono.

Mas também vimos que a lei moral de Deus não mudou, e continua válida. O próprio Jesus falou sobre a imutabilidade da lei moral (Mateus 5:17-19). A lei exorta, repreende, exige e condena, mas ela não pode salvar.

A lei lança luz ao pecado; ela contrasta a perfeita justiça e santidade de Deus com a miséria humana. Ela aponta o erro, condena o pecado e mostra o que deve ser feito. Porém, ela não concede poder para o homem cumprir suas ordenanças.

Logo, ninguém pode ser salvo pelas obras da lei (Gálatas 2:16). Nem mesmo no período do Antigo Testamento a lei serviu como instrumento de salvação. Todas as pessoas que foram salvas na história da humanidade foram salvas pela graça, mediante a fé (Romanos 4; Efésios 2:8).

Não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça

A Bíblia diz que o crente não está debaixo da lei, mas debaixo da graça (Romanos 6:14). Esta frase explica de forma perfeita a relação entre lei e graça. No entanto, ela não está dizendo que a lei foi anulada, e que os cristãos não possuem qualquer obrigação moral.

A expressão “debaixo da lei” simplesmente significa que o cristão não está sob a maldição da lei. Por causa do pecado, a lei que foi dada para a vida, tornou-se ocasião de morte (Gênesis 2:15-17). O homem em Adão é escravo do pecado; ele é incapaz de cumprir a lei de Deus. Por isso, depois da Queda a lei opera somente para a morte. Saiba o que foi a Queda do homem.

Mas por que os cristãos não estão debaixo da lei? Porque eles estão debaixo da graça! Deus enviou seu Filho para que a justiça da lei se cumprisse em nós. Através da obra redentora de Cristo, aplicada pelo Espírito Santo na vida do crente, ele é capacitado a satisfazer as exigências da lei.

Cristo fez o que não poderíamos fazer. Ele tomou sobre si a maldição da lei e colocou-nos debaixo da graça (Romanos 8:1-5). O resultado é que agora já não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Cristo (Romanos 8:1).C


Cumprindoa lei pela graça

Por desconhecer a verdadeira relação entre lei e graça, muitas pessoas construíram doutrinas heréticas. Algumas dessas pessoas entendem errado a liberdade da salvação pela graça e negam a função da lei moral de Deus. Para elas, o cristão não tem qualquer compromisso com a lei, resultando numa vida de devassidão. Essa visão é chamada de Antinomismo.

Outras pessoas enfatizam por demais a lei em detrimento da graça. O resultado é uma distorção completa da doutrina da salvação pela graça. Nessa visão, a obediência da lei moral é instrumento para se obter méritos diante de Deus. Isto implica na famosa ideia de salvação pelas obras. Essa visão é chamada de Legalismo.

A doutrina bíblica indica algo completamente diferente. O cristão está livre da lei como meio de salvação, mas está debaixo da lei de Cristo, que serve como sua regra de vida. O redimido nunca estará sem lei para com Deus (1 Coríntios 9:21; Gálatas 6:2).

O Espírito Santo conduz o redimido a uma vida de obediência à lei de Deus. Mas essa não é uma obediência pesada e forçada. Ao contrário, essa é uma obediência prazerosa que o faz ser cada vez mais semelhante a Cristo.

Por isso o salmista declarou o quanto se deleitava na lei de Deus (Salmo 119:1-20). O verdadeiro cristão jamais conseguirá olhar para a lei e a graça como coisas opostas. Ele sabe que a lei o orienta a uma vida de obediente gratidão pela graça que o alcançou. Na verdade é pelo espelho da lei que ele compreende a grandiosidade da salvação pela graça. Ele sabe que a lei é a perfeita vontade de Deus, e para ele a vontade do Deus que o redimiu é graça.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

ESTUDO BÍBLICO DE GÊNESIS 27



Gênesis 27 fala sobre a bênção de Isaque a Jacó e Esaú. O estudo bíblico de Gênesis 27 revela como Jacó conseguiu receber a benção da aliança em lugar de seu irmão mais velho. Rebeca, esposa de Isaque e mãe de Jacó e Esaú, teve participação decisiva nesse episódio.

Um esboço de Gênesis 27 pode ser dividido da seguinte forma:

  • Isaque pede que Esaú lhe prepare uma refeição (Gênesis 27:1-4).
  • Rebeca põe em prática um plano para favorecer Jacó (Gênesis 27:5-17).
  • Jacó engana Isaque e recebe a bênção (Gênesis 27:18-29).
  • Esaú descobre a trapaça de Jacó (Gênesis 27:30-37).
  • Esaú insiste em ser abençoado (Gênesis 27:38-40).
  • Esaú planeja matar Jacó (Gênesis 27:41-46).

Isaque pede que Esaú lhe prepare uma refeição (Gênesis 27:1-4)

Gênesis 27 começa mostrando um Isaque já velho e debilitado. Ele já não enxergava mais e pensava que o fim de sua vida havia chegado. Então ele chamou seu filho mais velho, Esaú, e lhe pediu que ele lhe preparasse uma refeição saborosa com carne de caça.

O próprio Isaque deixa claro que seu objetivo era comer a refeição que ele tanto apreciava feita por seu filho mais velho, e então abençoá-lo antes de sua morte (Gênesis 27:4). Era costume naquele tempo, por ocasião de uma despedida ou da morte iminente, que o líder da família desse sua bênção.

Mas na família de Abraão o significado espiritual dessa bênção era singular. Isso porque aquele que fosse abençoado se tornaria o herdeiro das promessas de Deus. Então aquele era um momento decisivo na família da aliança.

Rebeca põe em prática um plano para favorecer Jacó (Gênesis 27:5-17)

Gênesis 27 informa que Rebeca escutou o pedido de Isaque e arquitetou um plano para que Jacó fosse abençoado em lugar de Esaú. Ela pediu que Jacó fosse ao rebanho da família e lhe trouxesse dois bons cabritos para que ela pudesse preparar uma comida saborosa do agrado de Isaque.

Então bastava apenas que Jacó lhe servisse a refeição e fosse abençoado. Jacó argumentou com Rebeca que seu plano não daria certo. Isso porque ele e Esaú, apesar de gêmeos, eram muito diferentes. Embora Isaque já fosse cego, ele facilmente poderia perceber que Jacó não era Esaú ao apalpá-lo. Esaú era um homem muito cabeludo, e Jacó não.

Além disso, Jacó se mostrou preocupado em seu pai perceber sua trapaça. Caso isso acontecesse, ele sabia que poderia ser amaldiçoado ao invés de abençoado (Gênesis 27:12). Mas Rebeca assumiu a responsabilidade e disse que a maldição poderia cair sobre ela (Gênesis 27:13).

Notavelmente Jacó não se mostrou nenhum um pouco incomodado se o plano de sua mãe era moralmente aceitável ou não. Ele estava apenas preocupado com a possibilidade de o plano dar errado.

Jacó fez tudo conforme Rebeca lhe pediu. Após preparar a refeição de carne que Isaque apreciava, Rebeca também vestiu Jacó com a melhor roupa de Esaú que ela tinha em sua casa. Para disfarçar as diferenças entre Jacó e Esaú, Rebeca cobriu as mãos e o pescoço de Jacó com a pele dos cabritos que ela tinha preparado.

Jacó engana Isaque e recebe a bênção (Gênesis 27:18-29)

Com tudo pronto, Jacó foi apresentar ao seu velho pai a comida que ele tanto gostava. Diante de Isque Jacó assumiu que era Esaú. Isaque achou estranho o fato de a refeição ter saído tão depressa; afinal, a refeição devia ser feita de carne de caça. Mas Jacó foi muito dissimulado e disse a Isaque que Deus havia lhe mandado a caça ao seu encontro (Gênesis 27:18-21).

A forma como Jacó tomou o nome de Deus em vão apenas como um recurso para enganar seu velho pai, mostra o quão distante ele estava do Senhor. Inclusive, ele considera o Senhor simplesmente como o Deus de seu pai. O livro de Gênesis mostra que somente mais tarde Jacó teve, de fato, um encontro com o Senhor (cf. Gênesis 28:13-22; 33:20).

Ainda desconfiado, Isaque pediu que Jacó se aproximasse para que ele pudesse tocá-lo. Ao tocá-lo, Isaque disse: “A voz é de Jacó, porém as mãos são de Esaú” (Gênesis 27:22). Confuso, Isaque não conseguiu reconhecê-lo, e mais uma vez lhe perguntou se ele realmente era Esaú. Jacó sustentou o plano até o fim, e novamente afirmou ser Esaú.

Esse diálogo revela como Isaque estava agindo de forma patética ao querer se apoiar aos seus falhos sentidos naturais, ao invés de se atentar ao discernimento espiritual.

Depois, finalmente Isaque foi convencido e comeu a comida que Jacó lhe trouxe. Terminando a refeição, Isaque pediu que Jacó chegasse mais perto dele e o beijasse. O beijo fazia parte do ritual da bênção. Após o beijo, Isaque o abençoou (Gênesis 27:27).

O conteúdo da bênção dada a Jacó e sua descendência dizia respeito à fertilidade e domínio da terra; além de sua supremacia sobre povos e nações – incluindo os descendentes de seu irmão (Gênesis 27:27-29). Jacó terminou a benção dizendo: “Maldito seja o que te amaldiçoar, e abençoado o que te abençoar” (Gênesis 27:29).

Esaú descobre a trapaça de Jacó (Gênesis 27:30-37)

Gênesis 27 diz que logo após Isaque ter abençoado a Jacó, Esaú chegou trazendo sua caça. Sem saber de nada, Esaú preparou a comida para seu pai e lhe entregou, esperando que fosse abençoado.

Quando Esaú se apresentou diante de Isaque, o patriarca percebeu que tinha dado a benção ao filho mais novo. Esaú ficou revoltado e pediu que Isaque lhe abençoasse também. Mas Isaque lhe explicou que Jacó havia astuciosamente tomado para si a bênção, e que nada mais podia ser feito a respeito.

Indignado, Esaú declarou que com razão o nome de seu irmão mais novo era Jacó; fazendo uma referência à ideia de “enganador” ou “suplantador”. Esaú também alegou que Jacó já havia lhe enganado duas vezes. Ele disse: “Tirou-me o direito de primogenitura e agora usurpa a bênção que era minha”(Gênesis 27:36).

O direito de primogenitura e a bênção não eram exatamente a mesma coisa. Porém, nesse contexto, eles estavam intimamente interligados. Tanto o direito de primogenitura quanto a bênção, estavam diretamente relacionados à herança; e na família de Abraão a herança dizia respeito às promessas da aliança de Deus. Por isso o escritor de Hebreus chamou Esaú de profano por ter negociado o seu direito de primogenitura numa atitude de pura incredulidade e desprezo pelas promessas de Deus (Hebreus 12:16,17).

Esaú insiste em ser abençoado (Gênesis 27:38-40)

Esaú implorou que seu pai também lhe desse uma bênção. Mas Isaque mais uma vez lhe explicou que a benção que tinha sido dada a Jacó não podia ser revertida.

Todavia, diante da insistência de Esaú, Isaque lhe disse: “Longe dos lugares férteis da terra será a tua habitação, e sem orvalho que cai do alto. Viverás da tua espada e servirás a teu irmão; quando, porém, te libertares, sacudirás o seu jugo da cerviz” (Gênesis 27:40).

O contraste é muito claro entre as palavras pronunciadas sobre Jacó e sobre Esaú. Jacó recebeu uma bênção que prenunciava o privilégio de sua descendência que haveria de ocupar uma terra fértil e exuberante; e que dominaria sobre as nações e seria senhor de seu irmão. Já Esaú escutou que sua descendência viveria longe dos lugares férteis da terra e haveria de servir a seu irmão.

Historicamente tudo isso foi cumprido. Os israelitas tomaram a Terra Prometida, enquanto os edomitas, descendentes de Esaú, habitaram a região árida e de terras infrutíferas ao sul do Mar Morto. Isso também explica a freqüente tensão entre Israel e Edom no Antigo Testamento.

Também é interessante notar as palavras finais de Isaque a Esaú: “quando, porém, te libertares, sacudirás o seu jugo da tua cerviz”(Gênesis 27:40). Algumas vezes os edomitas conseguiram se livrar da dominação israelita (cf. 2 Reis 8:20-22). Mais tarde, com a ruína de Edom, grande parte dos edomitas remanescentes acabou sendo assimilada pelos judeus. A dinastia de Herodes, o Grande, descendia de Esaú.

Aqui é inevitável a comparação entre as bênçãos pronunciadas por Isaque a Jacó e a Esaú e a profecia que precedeu o nascimento dos gêmeos. O oráculo falava sobre como os dois irmãos dariam origem a duas nações; e sobre como o irmão mais velho haveria de servir o irmão mais novo (Gênesis 25:23).

Isso significa que Isaque sabia que Deus tinha escolhido Jacó; mas ainda assim ele pretendia dar a bênção da aliança a Esaú. Contudo, o Deus soberano que governa a história garantiu que seu propósito fosse cumprido, a despeito da falta de visão espiritual de Isaque.

Esaú planeja matar Jacó (Gênesis 27:41-46)

Irado e se sentindo injustiçado, Esaú passou a odiar Jacó. O texto bíblico diz que ele aguardava apenas a morte de seu pai para poder matar a Jacó. Quando Rebeca soube que Esaú planejava matar Jacó, ela tratou de conseguir que ele fosse para a cidade de Harã, para ficar na casa de seu irmão Labão (Gênesis 27:43). Rebeca também garantiu a Jacó que quando o rancor de Esaú cessasse, ela lhe avisaria e lhe faria retornar.

Gênesis 27 termina com Rebeca falando de seu aborrecimento com as mulheres heteias das quais Esaú tinha tomado duas por esposa. Esse aborrecimento também serviu como um tipo de justificativa para Jacó ir à terra de seus familiares e não se casar com as filhas de Hete.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Uma nova luz


Queira estar bem neste momento, existe um bom estado de espírito diante destas oportunidades que têm sempre a lucidez como prumo em nosso poder de decidir, começar a dar o primeiro passo.


Os outros serão a persistência do prosseguir, construímos nosso caminho ao caminhar pela vida. Existe uma grande esperança dentro de você, então, alimente-a com amor, acredite, siga tua intuição.

Você verá que algo profundamente importante mudara sua vida. Queira sempre ir mais além... descubra o sabor dos mistérios que existem dentro de nós , siga teu caminho... estas com luzes a iluminá-lo este e seu momento com muitas esperanças em teu coração...

Caminhe sempre sorrindo e encontrarás portas abertas... a felicidade é alegre, festiva e tem mil formas de se apresentar como agora, neste momento...

Um grande beijo no seu coração.

Nós dois...


Queria ter lhe conhecido antes, 
muito antes… Para que nenhum de nós dois tivesse medos ou cicatrizes. Queria ter estado com você, quando seu coração descobriu
o que era AMOR.

Quando seu corpo descobriu o que era DESEJO. E antes que pudesse sofrer, eu estaria do seu lado, amando-lhe. entregando-me, e
 juntos poder ter aprendido, as lições da vida e do coração…

Queria ter te conhecido muito antes… Quando suas esperanças começaram a nascer, quando seus sonhos ainda eram puros, e seus ideais ainda ingênuos…ja termos nos encontrado só agora, já com o coração viciado em outros amores, com uma imagem meio falsa, do que é felicidade, do que é
 entregar-se… 

Queria ter lhe encontrado antes, muito antes… Numa nova vida, num outro tempo, em que não precisássemos temer o nosso futuro, nem nossos sentimentos… Ah! como eu queria! 
Mas, não foi assim, te conheci agora… na hora certa?, no momento certo?… eu não sei…

Só sei que te encontrei agora e, na sua vida, se você quiser, para sempre… eu ficarei…!

O DIAMANTE


Um rei possuía um valioso diamante, um dos mais raros e perfeitos do mundo. 
Um dia o diamante caiu de grande altura e um arranhão estragou sua face.

O rei chamou os melhores peritos para que tentassem 
corrigir a imperfeição, mas todos concordaram que não poderiam retirar o arranhão sem cortar fora uma boa parte da superfície, assim reduzindo o peso e o valor do diamante.

Finalmente apareceu um artesão, não tão famoso, e garantiu, - Tenho muito observado o maior artesão de todos e, com ele, muito aprendi. 
Posso lhe garantir que saberei reparar o diamante sem reduzir seu valor.

Sua confiança era tanta que, convencido, o rei entregou o diamante ao homem. Depois de alguns dias, o artesão retornou com o diamante ao rei, que 
ficou surpreso ao descobrir que o feio arranhão tinha desaparecido e em seu lugar fora entalhada uma bela rosa.

O arranhão anterior tinha se tornado o talo de uma rara flor! 
O rei, empolgado, falou ao artesão, - Que belo trabalho, que ótima idéia. Diga-me, quem é este grande artesão que é seu mestre?

E o artesão respondeu, - Deus,
 o artesão da vida. 
Deus está sempre, se permitimos, transformando nossos arranhões em algo de belo.
   

sexta-feira, 26 de julho de 2019

QUAL É O SIGNIFICADO DE FAMÍLIA NA BÍBLIA?



O significado de família diz respeito à unidade social instituída por Deus logo após Ele ter criado o primeiro casal. Isso faz da família a mais antiga das instituições humanas. A Bíblia deixa claro que essa instituição é formada sob a base do matrimônio que se estende ao nascimento dos filhos como frutos da união dos cônjuges.

A ideia de “família” é expressa na Bíblia através de alguns termos hebraicos e gregos. No geral, esses termos são traduzidos por palavras como: “casa”, “parentes”, “clã”, “lar”, “os da casa”, e, claro, “família”.

Às vezes essas palavras são empregadas de modo a denotar um significado mais amplo do que simplesmente se referir aos membros de um mesmo grupo familiar. Isso quer dizer que em certas passagens bíblicas, dependendo do contexto, essas palavras se referem a grupos maiores, como por exemplo, membros de uma mesma tribo ou indivíduos que possuem a mesma etnia.

Como eram as famílias nos tempos bíblicos?

Em seu núcleo essencial, as famílias dos tempos bíblicos eram formadas por pais e filhos. Mas era comum que essa unidade familiar se estendesse de modo a abranger parentes de diferentes graus.

Além disso, nas famílias mais abastadas que possuíam serviçais, os servos contratados e os escravos também eram contados como membros de uma família. Outras pessoas que não estavam ligadas por laços sanguíneos com uma determinada família, também podiam ser incluídas nela, como por exemplo, concubinas e amigos.

Também era comum que as famílias dos tempos bíblicos fossem muito numerosas. Isso porque os filhos eram vistos como verdadeiros presentes de Deus; e as pessoas desejavam tê-los em quantidade. A família de Jacó é bom exemplo disso, com pelo menos sessenta e seis pessoas, contando apenas seus filhos e netos.

Nos tempos bíblicos, o filho primogênito era preparado para suceder o pai como chefe da família. Além de maior responsabilidade, o filho primogênito também recebia porção dobrada da herança da família.

A estrutura da família bíblica

A Bíblia apresenta a estrutura familiar organizada de modo que o marido é o líder social e espiritual da família que conduz a esposa, e, juntos, eles conduzem os filhos. Isso significa que a estrutura da família de acordo com a Bíblia deve obedecer aos princípios divinos para o matrimônio.

O propósito de Deus para o casamento é que ele seja uma união indissolúvel entre um homem e uma mulher. Assim, unidos em uma só carne, marido e mulher são incentivados a se reproduzirem, expandindo seu lar.

Mas por causa do pecado, muitas vezes a família é deformada. Nos tempos bíblicos, por exemplo, era comum a prática da poligamia – um tipo de pecado que afrontava diretamente o propósito monogâmico do casamento instituído por Deus. Também era frequente o exercício da autoridade familiar de forma tirânica pelo líder da família.

Deus deu ao homem a responsabilidade de liderar a família, mas essa liderança deve sempre ser exercida em amor. O mandamento bíblico é que a esposa deve ser sujeita ao marido; mas o marido também deve amar e cuidar da esposa como a si mesmo.

Os filhos devem obedecer, respeitar e honrar os pais; mas também os pais não devem causar a ira em seus filhos. Na verdade os pais devem orientar os filhos e treiná-los para que eles sejam pessoas maduras e de caráter.

Além disso, os pais têm a responsabilidade de conduzir seus filhos ao conhecimento do caminho do Senhor; eles instruí-los de acordo com os preceitos da Palavra de Deus; e devem servir de exemplos para eles de uma vida em obediência, temor e adoração a Deus.

Recomendações bíblicas para a família

Há diversas passagens bíblicas que trazem ensinamentos fundamentais para a vida prática da família. Vejamos algumas delas:

  • A Bíblia fala da importância e do significado elevado do casamento ao comparar a relação entre marido e mulher à relação entre Cristo e a Igreja. A mulher deve aceitar a liderança do marido. Mas o marido tem que exercer essa liderança de modo a refletir o cuidado e o amor do próprio Cristo à sua Igreja (Efésios 5:22-25).
  • Os responsáveis por treinar as crianças são os pais (Gênesis 18:18,19; Deuteronômio 4:9; 6:6-8; 11:18-21; Provérbios 22:6; Efésios 6:4). Nesse sentido, a disciplina é algo de muito valor (Provérbios 13:24; 19:18; 22:15; 23:13,14; 29:15,17; Hebreus 12:5-11).
  • A mulher briguenta é reprovada (Provérbios 19:13; 27:15); bem os filhos desobedientes também são (Provérbios 19:26; 20:20).
  • O relacionamento entre um crente e um incrédulo é desencorajado (Deuteronômio 7:3,4). Mas no caso de um dos cônjuges ser descrente, a Bíbliatambém dá instruções acerca de como a parte crente deve proceder (2 Coríntios 6:12-16,32-35).
  • A Bíblia não deixa dúvida quanto à gravidade do divórcio (Mateus 19:3-11); bem como dá instruções sobre quando é permitido casar-se novamente (Romanos 7:1-3; 1 Coríntios 7:39,40).
  • A Bíblia também traz instruções práticas para a vida familiar cotidiana (Tito 2:3-5; 1 Pedro 3:1-6; etc.).

O significado da família no sentido figurado

Várias vezes na Bíblia a comunidade dos fieis é vista como uma grande família. Os redimidos por Cristo são adotados por Deus. Assim, em Cristo, os crentes são vistos por Deus como seus filhos. Por isso eles podem se dirigir a Deus dizendo: “Pai nosso que estás no céus” (Mateus 6:9).

O fato de os crentes se relacionarem com um Pai Celestial, faz da Igreja a própria casa, a família de Deus (Efésios 2:19; 1 Timóteo 3:15; Hebreus 3:6; 1 Pedro 4:17).

Entre os crentes, o relacionamento que eles desfrutam também é visto em caráter familiar. Os redimidos são irmãos na fé, unidos em Cristo. Aqueles a que Deus chamou para organizar e liderar seu povo na terra nas comunidades cristãs locais, também são comparados aos pais de família (1 Timóteo 3:5).

Diferentemente da família terrena, a família da fé não terá seus laços familiares findados aqui, mas permanecerá por toda a eternidade. Em casos extremos em que um crente tiver que escolher entre sua família terrena e seu amor a Cristo, sua escolha deve ser pela família de Deus (Mateus 10:35,36; Lucas 14:26,33; cf. Marcos 3:31-35).

Quem ama


Quem ama sente ciúmes, muito ou pouco não importa, mas sente, sim. Quem deixou de amar já não se importa e deixa o outro totalmente à vontade, para que ele próprio possa estar também assim.


Quem ama vez por outra dá uma patrulhada no território e delimita as suas fronteiras. Quem deixou de amar já não fiscaliza, é frio, controlado e jamais perde as estribeiras.

Quem ama sempre acha tempo e encontra um jeito para estar com seu amor. Quem deixou de amar vai postergando sem pressa, deixando que o vento sopre a seu favor.

Quem ama faz perguntas pessoais e usa muito o pronome "nós". Quem deixou de amar conversa banalidades e esquece o significado do advérbio "a sós".

Quem ama quer saber da vida do outro com detalhes e transparência. Quem deixou de amar se esquiva e não cobra do outro mais nada, nem ao menos coerência.

Quem ama é pródigo em e-mails, telefonemas e com muito carinho dá um jeitinho de marcar presença. Quem deixou de amar é pródigo em desculpas e pretextos com os quais passa um verniz para disfarçar a indiferença.

Quem ama é naturalmente fiel e está sempre voltado às necessidades do outro ser. Quem deixou de amar só é fiel a si próprio e ao seu bem-estar e já não percebe os danos que causa, querendo ou sem querer.

Quem ama, mas não pode corresponder por imperativo das circunstâncias, abre o jogo e é sincero. Quem deixou de amar não descarta o outro do baralho, para o caso de uma eventualidade.

Será que neste momento tu amas ou deixaste de amar? Se já não amas, com certeza irás calar ou talvez até dizer:
- Face ao exposto, nada tenho a declarar!


Receita para esquecer


Você quer esquecer o seu amor? Viaje, vá para bem longe. Escolha lugares bonitos, no mar ou na montanha. Escolha ambientes alegres, cheios de atividade, que é para esquecer mesmo, para não ter chance nem de pensar.

Mas prepare-se! Mesmo assim o mar azul vai lhe falar do seu amor. A montanha majestosa vai lhe falar do seu amor. Os rostos coloridos dos transeuntes vão lhe falar do seu amor...

VOCÊ O VERÁ, ONDE QUER QUE VOCÊ FOR!

Então talvez você deva ir para algum mosteiro no Tibet, ou ingressar na Ordem das Carmelitas, com voto de silêncio, onde tudo será oração, devoção e quietude.

Você estará procurando por Deus e por si mesma, na esperança de encontrar consolação. Mas não se engane, não! Mesmo assim, a quietude do templo vai lhe falar do seu amor. Buscando a si mesma, você vai encontrar o seu amor e, até mesmo a face de Deus lhe falará do seu amor.

VOCÊ O SENTIRÁ, ONDE QUER QUE VOCÊ FOR!

Então arranje um novo amor. Enfeite-se, capriche, conquiste, canalise para ele todo o seu zelo e dedicação. Mas não se iluda, não!

Porque cada gesto e palavra do novo amor vão lhe falar do antigo amor, mesmo que o de agora seja o  máximo, melhor ainda que o anterior, livre, apaixonado, descomplicado, seu coração não aceita trocas.

VOCÊ O BUSCARÁ, ONDE QUER QUE VOCÊ FOR!

Então pare, respire fundo e encare de frente. Não fuja mais! Avance pela sua vida que parece agora sem sentido e desbotada. Avance, ainda que não sinta o gosto de nada, insista, mesmo que vazia e desalentada. O tempo irá passar devagarzinho, e, ao passar, a curará cada dia um pouquinho, mas entenda que agora, nesta exata hora, VOCÊ PRECISA DEIXAR FLUIR TODA A SUA DOR !

Travessias da vida


As oportunidades da vida são como as brisas nas noites quentes de verão, elas vêm e vão e precisamos aproveitar cada minuto quando estão presentes para nos preparar para o depois. E quantas vezes elas chegam, vemos, somos conscientes, mas não fazemos nada.

Duvidamos, simplesmente, de nós!São nossas barreiras emocionais, a insegurança, o medo, a falta de fé, que paralisam nossas pernas. Mas Deus jamais nos diz para atravessar sem que Ele mesmo nos forneça os meios para chegar do outro lado. Se não vamos, é porque confiamos demais nesse nosso lado humano e de menos na nossa parte que mais se parece com Deus, nosso lado espiritual. 

A guerra que se estabelece na nossa cabeça nos momentos de escolha é muito comum e todo mundo passa por isso, sem exceção. Há um lado que nos impele de ir em frente e o outro que nos enche de dúvidas. "E se?" "E se não der certo?" "E se eu não for capaz?" "E se não for isso?"

As desculpas que nos achamos para nos fazer desanimar são quase sempre mais evidentes e, não raro, muitos se apegam a elas e param no meio do caminho, ou seguem outra direção, como aconteceu com Jonas. 

Penso em Moisés, quando Deus pediu que fosse libertar o povo de Israel. Ele duvidou e tentou se desculpar dizendo que tinha problemas para falar. Mas o Senhor, com Sua infinita sabedoria, retrucou que ele não estaria sozinho. E não estava mesmo. E foi, libertou o povo, o conduziu.

Cumpriu assim a sua parte e tornou-se parte da história da humanidade. É nosso bom relacionamento com Deus que faz a diferença. Como no amor ou amizade, onde quanto mais próximos estamos de uma pessoa, mais acreditamos nela, mais confiamos. 

Quando as oportunidades baterem à sua porta, antes de dizer não com um monte de desculpas que nem você mesmo acredita, olhe para o alto. Se uma vozinha responder dentro do seu coração e sua alma se encher de paz, é que você fez a boa escolha.

Vá, então, em frente! Não espere ver todas as soluções de uma vez só, as flores nascem cada uma a seu tempo e há frutos para todas as estações. Deus, que olha por você, vai plantar no seu caminho, vai te dar coragem, vai te motivar e te empurrar quando for preciso. Ele nunca nos prometeu um caminho sem dificuldades, um mundo sem aflições, mas nos disse para termos bom ânimo.

Moisés, guiado por Deus, atravessou o mar. Não há nenhuma razão para que não atravessemos a vida como mais que vencedores.

Possibilidades


Não se deixe encurralar por pensamentos ambíguos. O fato de A ser verdadeiro não torna B falso. Com freqüência, tanto . A quanto B podem ser verdadeiros.

As coisas que você deve fazer podem ser também as coisas que você quer fazer. O que você dá pode também ser o que você recebe. O que você ensina pode ser também o que você aprende. Sua tarefa pode ser difícil e ao mesmo tempo agradável. O que é bom para o cliente pode ser bom também para o vendedor.

Muitas vezes, cometemos o erro de definir as coisas pelo que elas não são. Fazendo isso, limitamos nosso raciocínio e nossas oportunidades. Na realidade, existem poucos opostos. Será ensinar o verdadeiro oposto de aprender? Feminino é o oposto de masculino? O amor é realmente o oposto do ódio? Brincar é o oposto de trabalhar?

Claro que não. Muitas das coisas que consideramos opostas são, na verdade, muito similares. Nosso desejo de classificar e colocar tudo em categorias, embora às vezes útil, também pode ser limitante.

As possibilidades surgem, não da eliminação de outras possibilidades, mas da persistência em manter a mente aberta.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Quando for amar


Quando for amar, ame o mais profundo que puder... Quando for falar, fale somente o necessário... Quando for sorrir, procure sorrir com os olhos também... Quando pensar em desistir, lembre-se da luta que foi começar e não desista!


Quando quiser se declarar a alguém, faça isso sem medo do que essa pessoa pensará de você... Quando sonhar, sonhe bem alto, bem longe... 

Quando for partir, não diga "adeus". Diga que foi tudo maravilhoso! Quando abraçar um amigo, abrace com carinho e lembre desse abraço por toda vida... Quando precisar de ajuda, não se envergonhe de pedir socorro... 

Quando sentir raiva de alguém, ore e peça luz para essa pessoa... Quando tentar algo de novo na vida,tente pra valer, mude, arrisque-se 
Viva intensamente...E quando precisar de um amigo, lembre-se de mim. Estarei aqui torcendo por você e pela sua felicidade!

A Benção de ouvir


Para mim, a oração torna-se cada vez mais um caminho da bênção de ouvir… Muitas vezes, você sentirá que nada acontece em sua oração. Você diz: “Fico sentado ali, distraído”.

Entretanto, se você adotar a disciplina de passar meia hora por dia ouvindo a voz de amor, descobrirá que algo acontece, pouco a pouco, antes mesmo que você tome consciência.

É possível que , somente por meio de uma retrospectiva, você descubra a voz que o abençoa.

Você pensou que aquilo que aconteceu durante os momentos em que ficou a ouvir não passava de uma grande confusão, mas, então, vê-se ansioso por seus momentos de silêncio e sente falta quando não pode tê-los.

O mover do espírito de Deus é delicado, suave e misterioso. Não procura atenção. No entanto, esse mover é persistente, forte e profundo.! Transforma radicalmente o nosso coração.

Um lindo dia pra você! Tenha fé e energia, acredite!!! Você pode tudo que quiser.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Quantas vezes...


Quantas vezes nós pensamos em desistir, deixar de lado, o ideal e os sonhos; Quantas vezes batemos em retirada, com o coração amargurado pela injustiça; Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade, sem ter com quem dividir; Quantas vezes sentimos solidão, mesmo cercados de pessoas; 

Quantas vezes falamos, sem sermos notados; Quantas vezes lutamos por uma causa perdida; Quantas vezes voltamos para casa com a sensação de derrota; 

Quantas vezes aquela lágrima, teima em cair, justamente na hora que precisamos parecer fortes; Quantas vezes pedimos a Deus um pouco de força, um pouco de luz; 

E a resposta vem, seja lá como for, um sorriso, um olhar cúmplice, um cartãozinho, um bilhete, um gesto de amor; E a gente insiste, Insiste em prosseguir, em acreditar, em transformar, em dividir, em estar, em ser; 

E Deus insiste em nos abençoar, Em nos mostrar o caminho: Aquele mais difícil, mais complicado, mais bonito. E a gente insiste em seguir, por que tem uma missão... SER FELIZ !!